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Networking: qual o limite entre oportunidade e oportunismo?
Carreira 02/04/2019
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O networking é necessário para impulsionar seus saltos para novas oportunidades e conhecimentos na sua carreira, sendo assim, funciona como uma corrente onde os elos entre os gomos são feitos através de trocas no âmbito profissional, mas de forma humanizada.

 

Uma boa explicação é o conceito de José Augusto Minarelli, autor do livro “Superdicas de networking para sua vida pessoal e profissional” (Ed. Saraiva). Minarelli diz que “networking é algo de extremo valor para a vida e para a carreira; é um pouco diferente da visão norte-americana, que é focada apenas em negócio; para nós, é mais humanista, uma vez que é uma atitude, uma forma de se relacionar com as pessoas que valoriza a convivência em benefícios de todos. O networking não é uma via de mão única, e não dever ser encarado como uma agenda de pessoas que podem oferecer algo”.

Diante do cenário que estamos vivendo em nosso país, algumas pessoas têm distorcido esse conceito e pensam estar ampliando o networking, enquanto, na verdade, a aproximação acontece por interesse. Vejamos esta situação em um exemplo recorrente no momento do networking:

Você “conhece” alguém em um evento; troca cartão e, no dia seguinte, começa a receber propostas e “oportunidades” que não te interessam em nada ou, então, mensagens no LinkedIn, com o seguinte teor: “Bom dia, tudo bem? Estou em busca da minha recolocação no mercado, você poderia me indicar para alguma vaga? ”.

Se você é adepto desse hábito, um alerta: Pare agora! Isso não é bem visto e você passar a ser enxergado como aproveitador e além disso, essa atitude não vai deixar você mais próximo do seu contato.

Então, como fazer networking sem parecer oportunista?

Dica #1: Os colegas da faculdade é um caminho rico para a construção da rede de relacionamentos durante e após a graduação. É provável que depois da faculdade, você ainda cruze no mercado de trabalho com pessoas com a qual passou um bom período durante a sua graduação, elas poderão ajudar com alguma indicação ou uma oportunidade de carreira. Muitas oportunidades de trabalho advêm de relacionamentos, portanto, a recomendação de um professor, por exemplo, pode fazer muita diferença.

Dica #2: Não procure as pessoas só quando precisa de ajuda; a boa prática do networking é ajudar sem querer nada em troca. A sinergia que construímos com determinadas pessoas, nos estimulam a não agir por interesse apenas, mas que seja uma relação de mão dupla.

Dica #3: O contato de forma digital deve ter o mesmo cuidado que a pessoal, portanto, uma atitude ineficaz é ficar disparando convite na rede do LinkedIn sem personalizar a mensagem, enchendo a caixa de e-mail de um possível recrutador, isso é perda de tempo. Ah! E as caixas de e-mails reconhecem mensagens repetidas de pessoas desconhecidas, isso é SPAM. Não queime oportunidades.

Dica #4: Construa relações sinceras, comece com coisas básicas e importantes; deseje parabéns aos seus contatos, afinal, quem não gosta de ser lembrado no dia do seu aniversário? Embora pense que não tenha nada a oferecer às pessoas, leia o artigo anterior sobre “Marketing Pessoal” e saiba como poderá ajudar se ajudar e também as outras pessoas com o seu talento.

Dica #5: Chegue um pouquinho antes do horário da palestra ou evento, comece conversando com as pessoas – e isso em qualquer lugar que você for – será muito importante para que os diálogos fluam naturalmente e você pratique sem medo. Outro ponto que auxiliará é saber falar sobre você, sabe o que isso significa? autoconhecimento.

O networking não deve ser encarado com um ato interesseiro. Esteja preparado para “doar” e “receber”, pois, utilizando de forma certa, a prática será sua aliada na construção de uma carreira de sucesso. Habitue-se a conversar com as pessoas em todo lugar que estiver e o mais importante, seja interessado nas pessoas – e não nas coisas.

Esse artigo foi útil para você? Esperamos que sim! Comece agora a elaborar o seu plano de carreira.

Aproveite para conferir as opções de cursos oferecidos pela EAD Wyden ou entre em contato por meio do número 4090-1440.

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#Graduação Administração
O que faz uma pessoa formada em Administração?

A turbulenta dinâmica do mercado e a consequente busca por profissionais multipotenciais fez crescer a demanda por pessoas formadas em Administração. Isso porque o curso de Administração apresenta uma extensa variedade de áreas de estudo e capacitação. Mas o que faz uma pessoa formada em Administração?

Apesar do próprio nome remeter a algo mais genérico, o profissional formado em Administração atua em diversos cargos e segmentos. Ele é, portanto, indispensável para o bom funcionamento de qualquer organização.

Você está pensando em se formar nessa área, mas não sabe o que faz uma pessoa formada em Administração? Confira então algumas informações importantes para tomar essa decisão!

O que devo saber sobre o curso de Administração?

Para entender o que faz uma pessoa formada em Administração, é preciso saber que o curso é composto por disciplinas das áreas de Exatas e de Humanas. Dessa forma, o bacharelado em Administração oferece ao aluno muitas possibilidades de atuação e profissionalização, ou seja, é um curso generalista.

Inclusive, por causa dessa grande abrangência, é uma das graduações mais procuradas no Brasil. Segundo dados do Censo de Educação Superior 2018, mais de 1 milhão de pessoas se matricularam em cursos da área de Administração.

Durante 4 anos, o aluno de administração aprenderá, por exemplo, métodos de gerenciamento, organização empresarial e financeira, técnicas de liderança e planejamento estratégico, dentre outras competências.

Mas quanto ganha um profissional formado em Administração? Como todas as profissões, o valor varia conforme o cargo e os anos de carreira. Um profissional iniciante ganha, em média, R$ 2 mil reais e, com o tempo, pode passar a ganhar cerca de R$ 5 mil reais.

Para compreender melhor o que faz uma pessoa formada em Administração, essa área tão procurada, a seguir detalhamos os principais pontos que você precisa saber sobre o curso de Administração. Continue a leitura e confira!

Quais são as matérias do curso de Administração? 

Nos primeiros anos do curso de Administração, o aluno estudará alguns conceitos básicos de Contabilidade, Economia, Estatística, Direito, Sociologia, Filosofia, Ética, dentre outras disciplinas mais gerais.

Logo no início, os alunos também são apresentados a conceitos mais específicos, como Recursos Humanos, Logística, Marketing, Gestão e Planejamento Estratégico, Teoria da Administração e das Organizações, Administração de Produção, Administração Financeira e Orçamentária etc.

Além das matérias citadas, o curso de Administração conta com matérias voltadas para estudos tecnológicos e científicos, como Metodologia Científica, Métodos Quantitativos e Qualitativos, Inovação Tecnológica e Análise de Mercado.

Esse é um panorama geral da grade curricular básica do curso de Administração. Contudo, cada instituição de ensino desenvolve a ementa do curso de acordo com seus métodos e objetivos.

Portanto, se você pretende cursar Administração, é interessante pesquisar a grade curricular de cada instituição e analisar qual se encaixa melhor no seu objetivo profissional.

A imagem contém um jovem administrador que sabe o que faz uma pessoa formada em Administração, sendo uma das funções liderar uma equipe.
Para você ser um excelente administrador é preciso, muito antes, saber o que faz uma pessoa formada em Administração!

Quantos anos de duração tem a faculdade de administração?

Em média, o curso de Administração dura 4 anos, sendo que, na primeira metade do curso, o aluno passa por conceitos mais básicos e gerais. Já na segunda metade, o aluno começa a escolher um caminho profissionalizante para trilhar. Por isso, é muito importante, antes mesmo de começar o curso, saber o que faz uma pessoa formada em Administração.

No ano final, normalmente, o aluno deve apresentar um trabalho de conclusão de curso, o qual pode ser no formato tradicional de monografia (TCC) ou com a apresentação de algum projeto de estudo de caso. Além de um trabalho final, o aluno também deve fazer o estágio obrigatório, o qual é responsável por dar início à sua carreira enquanto profissional.

Por fim, o que faz uma pessoa formada em Administração? Após formado, o bacharel em Administração pode atuar em diversas áreas, desde cargos de supervisão até cargos de gerência. Isso porque, como já exposto, o curso possui uma grade curricular generalista, ou seja, com formação diversificada em vários campos.

Mas, se para você ainda não ficou claro qual a função de um administrador, acompanhe com mais detalhes, a seguir, o que faz uma pessoa formada em Administração.

O que uma pessoa formada em administração pode fazer?

Como dito anteriormente, o curso de Administração percorre tanto o campo das Exatas (logística, finanças, contabilidade etc.) quanto o campo das Humanidades (planejamento organizacional, gestão de pessoas, RH etc.). Nesse sentido, o profissional formado pode atuar em inúmeros setores e mercados, seja no ramo industrial, comercial, empresarial ou público.

Numa empresa, por exemplo, o administrador tem a função de planejar, organizar e controlar o RH. Da mesma forma, ele também pode atuar no financeiro e na gestão empresarial.

Ainda, o profissional pode optar por algo mais flexível, como prestar consultoria de administração e gestão, desenvolvendo estratégias para melhorar a organização e o relacionamento interno de uma empresa.

O profissional formado em Administração também se faz indispensável no setor público. Podemos vê-lo, por exemplo, atuando na área de gestão de saúde em hospitais, ou atuando em câmaras municipais, como no cargo de Administrador de Rede.

Devido à ampla formação e capacitação, o curso de Administração é muito interessante (e essencial) para formar profissionais multidisciplinares. Esses profissionais, por sua vez, tendem a apresentar ótimas habilidades técnicas (hard skills) e comportamentais (soft skills), as quais são muito desejadas e valorizadas no mercado de trabalho.

Assim, se você é uma pessoa inquieta, que se interessa por diversas áreas, e tem afinidade com questões estratégicas e organizacionais, o curso de Administração é uma ótima opção de profissionalização. Aproveite e compartilhe este conteúdo com quem também tem interesse nessa área!

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#Graduação Faculdade
O QUE É CULTURA MAKER E COMO UTILIZÁ-LA NA FACULDADE?

O que o YouTube, o Movimento Punk e a Educação têm em comum? A Cultura Maker! Essa cultura é uma espécie de atualização do DIY ou “Do It Yourself”- faça você mesmo. E é sobre sua aplicabilidade na faculdade que abordaremos neste artigo.

Acompanhe também como ela impacta positivamente a sociedade, especialmente, no que diz respeito ao mercado de trabalho. Vamos lá?

O que cultura maker e quais os objetivos?

O principal objetivo da cultura maker é induzir as pessoas a descobrirem novas perspectivas sobre determinada situação ou problema. Assim, a ideia é transmitir conhecimentos para que você mesmo resolva alguma situação e supere.

Sempre que precisa saber como fazer algo, você tende a consultar o Google ou o YouTube, certo? Você busca tutoriais para criar soluções personalizadas voltadas ao cotidiano e à rotina profissional e procura se educar para inovar a partir disso? Se sim, você já faz parte de um processo da cultura maker.

Benefícios principais

De acordo com Dale Doughtery, responsável por criar a revista MAKE (referência editorial do segmento), o principal benefício da cultura maker é provocar o potencial criativo das pessoas, fazendo com que elas pensem “fora da caixa” e evite ir sempre pelo caminho mais fácil.

Outra vantagem da cultura maker também pode ser a economiaImagine que você more sozinho há pouco tempo e seu chuveiro tenha parado de esquentar a água. O que é mais barato: pagar um eletricista ou acessar o YouTube, assistir a um tutorial, comprar uma resistência elétrica, tomar todos os cuidados e trocá-la?

Pilares da cultura maker!

Como em qualquer modo de pensar ou “ideologia”, a cultura maker tem seus devidos pilares. São eles:

Criatividade

Criar e botar a mão na massa. Esse é o fundamento primário da cultura maker, uma vez que ela exige originalidade e vontade de fazer acontecer. Não basta ter a ideia, é necessário executá-la!

Colaboração

Na cultura maker, é imprescindível o trabalho em rede e colaborativo. Isso porque você pode se inspirar em uma ideia já criada, renová-la e disponibilizá-la de forma pública a outras pessoas.

Sustentabilidade

Outro princípio consiste em evitar o desperdício. É necessário saber usar os recursos disponíveis para trabalhar, estudar ou fazer algo cotidianamente.

Escalabilidade

Na cultura maker, por fim, tudo pode ser multiplicado! Porém é possível praticar isso utilizando o mínimo de recursos possível.

Cultura maker e a faculdade: qual a relação?

A cultura maker foca no aprendizado juntamente com a prática, o que possibilita inúmeras experiências antes da formação.

Um aluno aprenderá mais sobre gramática decorando regras ou desenvolvendo a escrita na prática? Se você escolheu a segunda opção, escolheu a cultura maker. Nesse caso, aplicar as regras é uma forma de facilitar o aprendizado, o que faz com que o graduando seja agente de seu desenvolvimento intelectual.

As teorias construtivistas de Jean Piaget, por exemplo, estabelecem a construção do conhecimento multidisciplinar por meio da interação e da participação ativa do estudante, sempre respeitando sua fase de desenvolvimento.

Outro aspecto que une a cultura maker a faculdade é o incentivo a atitudes essenciais à plena formação dos cidadãos que, consequentemente, gera profissionais mais capacitados.

Os chamados laboratórios makers, por exemplo, são espaços em escolas e em universidades onde os estudantes praticam a teoria. Nesses locais, os alunos desenvolvem a autonomia, o afloramento da iniciativa para investigar e o prazer pelo trabalho e pela busca pelo conhecimento. 

Cultura maker e o mercado de trabalho: qual a relação?

Há muitas mudanças na sociedade que impactam diretamente o mercado de trabalho. A principal delas consiste no fato do consumidor ter passado a ser prioridade no desenvolvimento de novos produtos.

Diversas organizações têm sido flexíveis em seus negócios e passaram a dialogar com os protagonistas da cultura maker para que suas soluções atinjam diretamente as necessidades de um novo tipo de consumidor.

Um dos fatores que explica esse cenário é a nova revolução industrial ou indústria 4.0, onde há uma conectividade entre máquinas, aparelhos móveis, inteligência artificial, realidade virtual, etc. Com o aumento da escala e a popularização de alguns desses elementos, microempresas e startups passaram a ter competitividade no mercado.

O resultado da união entre cultura maker, tecnologia e mercado de trabalho constitui em:

  • democratização do conhecimento;
  • agilidade na elaboração de novos produtos;
  • sustentabilidade;
  • maior espaço para pessoas sem experiência no mercado de trabalho;
  • espaço para mentes criativas.

Cultura maker e a Faculdade: aprendizado na prática!

Você já viu as possibilidades de utilizar a cultura maker no cotidiano, na faculdade e no mercado de trabalho! Agora, entenderá como aplicá-la em sua vida acadêmica.

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#Carreira mercado de trabalho
8 dicas para causar boa impressão no primeiro dia de trabalho

Depois de enviar currículo, passar por todo o processo de seleção e fazer a entrevista de emprego: você finalmente foi aprovado. Agora, o próximo desafio é ter sucesso no primeiro dia de trabalho.

A primeira vez fazendo uma nova atividade sempre causa muita ansiedade. No trabalho não é diferente, mesmo que não seja o seu primeiro emprego. Afinal, causar uma boa impressão desde o começo é fundamental para ajudar na ambientação em um novo espaço profissional.

Para ajudar você a aliviar um pouco o nervosismo, fizemos uma lista com algumas dicas de como causar boa impressão no primeiro dia de trabalho e se adaptar à nova rotina com mais facilidade. Acompanhe o post e confira!

1- Seja pontual

O primeiro passo para mandar bem no primeiro dia de trabalho é evitar quaisquer atrasos, seja na chegada ao local, seja na entrega dos documentos, seja na realização das tarefas — mesmo que seja em home office.

Para começar, programe-se para chegar ao ambiente de trabalho com, pelo menos, 15 minutos de antecedência. Para isso, veja quanto tempo você leva de sua casa até o local e verifique se vai sair em um horário de muito trânsito. Não se esqueça de colocar o despertador para acordar na hora certa e conferir qual é o meio de transporte mais adequado, visando evitar imprevistos.

Se o trabalho for em home office, cheque se você tem tudo o que precisa para começar as atividades no horário previsto, como acesso à internet, computador ligado, webcam posicionada, entre outros pontos importantes.

É fundamental ser pontual também no horário de saída. Não pense que ficar até mais tarde atrairá a atenção dos seus supervisores. Porém, também não é legal sair mais cedo logo no primeiro dia de trabalho.

2- Preste muita atenção

Esteja de olhos bem abertos nos detalhes para pegar o ritmo da rotina empresarial com mais facilidade. No primeiro dia, é comum que as pessoas mostrem diversas novidades, a fim de apresentar o ambiente de trabalho. Por esse motivo, faça o possível para prestar atenção no que dizem e não perder nenhuma informação importante.

Também não tenha medo de tirar dúvidas caso não tenha entendido alguma tarefa ou procedimento interno do local em que você começou a trabalhar. É melhor resolver isso nos primeiros dias, que são, de fato, dedicados para o aprendizado.

3- Relacione-se bem

Cultivar um bom relacionamento com os colegas de trabalho só tem a oferecer benefícios ao seu dia a dia profissional, e isso pode ser feito ainda no primeiro dia no novo emprego. Seja gentil e apresente-se como novo colaborador para as pessoas que vão dividir o ambiente com você.

Além disso, evite conflitos, principalmente nos primeiros dias de trabalho. Busque sempre manter a comunicação não violenta e o diálogo saudável. Depois do expediente, vale a pena se engajar nas redes sociais com quem você teve mais contato, como no LinkedIn. Com isso, é possível montar um bom networking, algo fundamental para o desenvolvimento e o sucesso profissional.

Outra dica importante é saber respeitar as diferenças. Atualmente, é possível encontrar cada vez mais diversidade nas empresas. Sendo assim, no ambiente de trabalho, você vai ter contato com pessoas das mais variadas origens, culturas, crenças e ideologias. O respeito precisa ser primordial para um bom relacionamento.

4- Mostre ter disciplina e responsabilidade

Mostrar que você é uma pessoa responsável e que tem disciplina desde o primeiro dia de trabalho vai melhorar muito a sua imagem profissional, principalmente aos olhos dos seus supervisores.

Por isso, além da pontualidade, preze sempre pela organização, dedicação à realização das suas atividades, atenção às normas da empresa, entre outras atitudes que evidenciam responsabilidade e disciplina.

5- Vista-se de acordo com o ambiente

Nem todos os ambientes de trabalho têm uniforme ou código de vestimenta para ser seguido. No entanto, existem roupas adequadas para cada tipo de ocasião. Sendo assim, acerte também na escolha dos trajes.

O ideal é evitar decotes, excesso de acessórios e peças muito informais. Além do mais, garanta sempre a higiene. Vista roupas limpas, tome banho, use perfume, limpe as unhas, penteie os cabelos e evite exageros.

6-Conheça as regras do lugar

Por mais descontraído que seja o ambiente de trabalho, ele ainda vai apresentar um conjunto de regras que visam a conduta dos colaboradores e a boa convivência no local. Tais normas podem estar escritas ou ser passadas para você oralmente. Por isso, reforça-se a importância de prestar muita atenção no primeiro dia.

Tenha ciência das normas corporativas e siga-as com dedicação. Confira, também, se existem padrões entre os colaboradores do local, como o tipo de assinatura do e-mail, o uso interno de aparelhos eletrônicos, o tom de voz, entre outros.

7- Tenha controle sobre sua ansiedade

É praticamente inevitável não demostrar ansiedade no primeiro dia de trabalho. Como é algo novo, o nervosismo e a insegurança vão surgir. O importante é saber dosá-los para que não atrapalhem o seu desempenho nem causem uma impressão negativa.

Para se preparar melhor, durma bem na noite anterior. Isso envolve desligar as telas (celular, computador, televisão, entre outros), arrumar a cama, comer alimentos leves pela noite e, caso seja necessário, meditar. Isso ajuda a aliviar a ansiedade para o dia seguinte e a ter um sono de qualidade.

Durante o trajeto para o trabalho, ouça músicas tranquilas e que acalmam. Se você tem um livro preferido, vale a pena levá-lo no caminho. Quer outra dica? Elabore frases de autoafirmação, lembrando do seu potencial. Afinal, você conquistou a vaga!

No trabalho, sempre que sentir que o nervosismo está aumentando, tire alguns segundos para respirar conscientemente, tome um copo de água e, é claro, não sinta vergonha de se desculpar, caso mostre muita ansiedade. Os supervisores já estão esperando comportamentos assim; o importante, no entanto, é não perder o profissionalismo.

8- Estude

Algo que ajuda ainda mais na sua preparação é conhecer um pouco melhor o local onde você vai começar a trabalhar. Pesquise sobre a história e a filosofia do lugar, veja quais são as conquistas mais recentes e descubra informações sobre o segmento. Isso oferece vantagem na hora de compreender o funcionamento do ambiente.

Saber como se portar no primeiro dia de trabalho é realmente uma tarefa difícil. Contudo, ao seguir essas dicas, você tem tudo para tirar de letra e conquistar os seus colegas e supervisores de trabalho. Por isso, controle o nervosismo e dedique-se a ter um bom desempenho desde o começo.

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#Carreira #Graduação Ciências Exatas
Ciências exatas: tem mulher na área sim…mas poderia ter mais!

IBGE aponta que, mesmo com mais acesso ao ensino superior do que homens, alunas ainda são minoria em cursos como engenharia e TI

Elas têm maior grau de instrução que os homens e seu acesso ao ensino superior também segue essa linha, mas ainda estão em minoria nos cursos de ciências exatas, enfim, a contradição! Os dados são da segunda edição do estudo Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil, divulgado pelo IBGE, que reúne informações sobre a condição de vida das brasileiras em 2019. Entre a população com 25 anos ou mais, 19,4% das mulheres e 15,1% dos homens apresentavam curso superior completo naquele ano, tendência que vem se mantendo na última década, com números de 14% e 10,9% respectivamente em 2012. Mas basta verificar que o índice de matrículas das alunas nos cursos de engenharia é de apenas 21,6% e no de tecnologia, de 13,3%, para perceber que ainda há muito mais espaço a conquistar em carreiras que, tradicionalmente, sempre foram associadas aos estudantes do sexo masculino.

Depoimento de quem já está no mercado revela que há um mundo de oportunidades à espera das futuras profissionais

Para a engenheira de produção Elisabete Leite, as mulheres que se identificam com essa área não devem deixar de perseguir suas metas e realizações, independente dos homens ainda serem maioria nas salas de aula e nas empresas. A profissional, que concluiu o curso de Engenharia de Produção no Centro Universitário UniMetrocamp em 2017, acredita que atualmente as mulheres já competem de igual para igual. “Não enfrentei nenhuma dificuldade por gênero, nem durante a formação e nem no exercício profissional, acho que hoje os desafios estão mais ligados às habilidades técnicas e emocionais que todos precisam ter, e a experiência se adquire no dia a dia, não tem porque existir preconceito pelo fato de uma mulher estar no mercado de trabalho desempenhando a mesma função que um homem”, ressalta.

Na visão de Elisabete, as mudanças sociais e de valores nos últimos anos foram um grande divisor de águas em relação ao desenvolvimento profissional feminino. “Um filme que mostra bem isso é o Estrelas além do tempo, que conta a história de mulheres negras que trabalharam na NASA, foram visionárias, extraordinariamente inteligentes e além do seu tempo, puderam contribuir para que o homem fosse à lua, apesar de todo o preconceito que sofreram”, diz. “Hoje, na própria empresa em que trabalho, a IBM, muitas mulheres ocupam cargos de destaque, milhares são formadas em carreiras técnicas, com grandes responsabilidades”, revela a engenheira que, inclusive, responde pelos serviços logísticos da IBM da América Latina, atendendo como compradora internacional a oito países na negociação de contratos, atendimento a demandas de clientes internos e revenda de equipamentos. “Vejo que estamos mais engajadas, infinitamente capacitadas, dividindo nosso tempo entre casa, trabalho e outros cursos de formação e, o mais impressionante, dando conta de tudo isso”, diz.

Cursar engenharia era um sonho antigo de Elisabete, mas ela não tinha ainda ideia de qual campo seguir, até encontrar o curso de Engenharia de Produção do Centro Universitário UniMetrocamp. “Já trabalhava na IBM desde 2012 e vi que podia aproveitar todos os aprendizados na minha função, sobretudo no que diz respeito ao planejamento produtivo e logístico, entre outros conhecimentos adquiridos, que expandiram minha visão e maneira de pensar, considerando que é um curso mais técnico e relacionado ao uso de tecnologia”, acrescenta. “Percebi ali grandes oportunidades para desenvolver projetos e trabalhar com melhoria de processos, e se hoje pudesse voltar atrás, faria tudo de novo”, afirma.

Para quem ainda tem dúvida, a engenheira lembra que, tanto para mulheres quanto para homens, não existe curso fácil ou difícil, e sim a vontade de vencer e o amor empenhado naquilo que está se propondo a fazer. “Foi assim que afastei qualquer receio de não ser capaz por ser um ‘curso que exige muito’, como outro qualquer, e a cada semestre o envolvimento era tão grande que não tinha como não me apaixonar por uma carreira tão ampla, que agrega conhecimentos de ciências exatas, gestão de pessoas, qualidade, gestão financeira e econômica”, conclui Elisabete.

Dia das Mulheres na Engenharia

Você sabia que as profissionais que atuam na área de engenharia possuem um dia comemorativo só para elas? Sim, o dia 23 de junho foi estabelecido como o Dia das Mulheres na Engenharia pela Women’s Engineering Society (WES), uma ONG do Reino Unido criada para inspirar cada vez mais mulheres a se dedicarem a esta carreira tão fundamental e estimular a diversidade de gênero nas empresas.

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ead ensino a distância online UniFacid UniFavip Wyden
EAD WYDEN É AUTORIZADO PELO MEC

Muitos ainda têm dúvidas quanto a realizar uma graduação a distância, principalmente se seu diploma será reconhecido e também se o mercado de trabalho aceitará um profissional com tal formação.

Para a primeira dúvida é muito importante conhecer a instituição que você irá escolher. Todas as instituições que ofertam graduação EAD devem ser autorizadas pelo Ministério da Educação – MEC, e ter seus cursos autorizados a funcionar. Isso faz parte de um processo de criterioso de avaliação das faculdades, centros universitários e universidades que estão credenciadas no país. Com a instituição autorizada a funcionar,  os cursos também seguirão um processo de avaliação periódica que resulta no reconhecimento do curso ofertado. Este reconhecimento somente acontece após a primeira turma do curso oferecido pela instituição concluir metade do seu curso, porém, se ele é autorizado a funcionar não há risco algum para os estudantes. Para conhecer melhor a instituição e o curso que deseja, acesse o site emec.mec.gov.br e faça uma busca. Observe a nota que a instituição possui. Numa escala de 1 a 5, as instituições que possuem nota 4 e 5 são consideradas instituições de excelência pelo MEC.

Leia Mais: QUALIDADE ACADÊMICA E ACESSIBILIDADE: POR QUE APOSTAR NO EAD

A Wyden, pelo seu Centro Universitário UniFavip possui nota máxima no MEC. Nota 5. Isso garante aos seus alunos que todos os requisitos do MEC são atendidos plenamente na oferta de cursos presenciais e a distância. Na EAD, a Wyden oferece mais de 20 cursos de graduação e boa parte destes cursos já foram avaliados pelo MEC recebendo excelentes notas. Outros cursos, com oferta iniciando em 2020 estão autorizados a funcionar por meio da Portaria MEC n.º 661, de 22 de maio de 2017, que credenciou o Centro Universitário UniFavip Wyden a oferecer cursos de graduação a distância no país. Isso garante aos  alunos segurança quanto a qualidade dos cursos oferecidos.

Conheça nossos cursos EAD

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Autoconhecimento e carreira profissional: como se relacionam?

Você já parou para pensar que o autoconhecimento influencia, e muito, no alcance do seu sucesso profissional?
Você realmente se conhece? Sabe o que lhe causa os mais diversos sentimentos? Tem clareza dos estímulos que lhe proporcionam emoções negativas? Tem definido o que “sucesso” significa para você?

O autoconhecimento vai além de estar ciente das próprias forças e fraquezas, significa investigar a sua própria subjetividade, ou seja, as suas particularidades como indivíduo. Quando nos dedicamos à percepção dos nossos valores, crenças, sentimentos e pensamentos, passamos a voltar a nossa atenção para quem realmente somos.

Saber quem realmente somos, proporciona o escolher consciente, que leva em conta os nossos princípios, desejos e vontades, conduzindo-nos consequentemente, para decisões mais assertivas. Segundo Elisandra Felex, Coach e Sócia Fundadora da Felex Coaching e Consultoria, conhecer suas potencialidades e ter pontos bem definidos sobre você mesmo é essencial para a carreira Potencializar e aproveitar seus recursos internos, seus talentos natos, suas competências, seu propósito, certamente te ajudará a encontrar uma carreira profissional que fará total sentido na sua vida e dessa forma viverá do que realmente acredita e de acordo com os seus valores pessoais” afirma Elisandra.

A Coach de carreira provoca ainda uma reflexão no olhar para si mesmo e suas ações “Cada Ser é Único, cada um traz uma história de vida, desejos e sonhos, olhar para dentro de si é descobrir talentos e motivos para escolher e viver uma profissão. De acordo com Mario Sergio Cortella: “Temos de trabalhar! Podemos fazê-lo para mera obtenção da sobrevivência ou também como um modo de marcar nossa presença no mundo! ”.

 Então deixo esta reflexão: Quais histórias você quer deixar para o mundo? ” Conclui.

Pode-se dizer, portanto, que o sucesso profissional está vinculado ao alinhamento entre as próprias escolhas e o conhecimento que se tem de si. Entende agora como Autoconhecimento e carreira profissional se relacionam e o quão definidor pode ser na sua trajetória?

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Fonte: Elisandra Felex

 

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3 Passos para criar seu plano de carreira

Muitas profissionais querem atingir metas de médio e longo prazo, mas muitas vezes esquecem de se fazerem perguntas decisivas para trilharem até seu objetivo.  A verdade é que não existe fórmula para o sucesso e sim meios inteligentes de se caminhar até ele, por isso, o planejamento é essencial na hora de escolher a direção correta. Algumas dicas de organização dessas metas podem o auxiliar para entender suas ambições profissionais com clareza, e consequentemente auxiliar a construir seu plano de carreira:

1. Entenda onde você quer chegar

O primeiro passo para conseguir criar um plano de carreira eficiente é entender onde você quer chegar, quais são as suas metas profissionais, assim como as pessoais, pois ambas precisam estar alinhadas. Defina prazos, por exemplo, em cinco anos em qual posição você gostaria de trabalhar? Quais conhecimentos pretende adquirir?

 Liste todas as suas ambições em curto, médio e longo prazo e reflita. Depois de analisar risque alguns itens e de forma realista deixe apenas aquilo que se vê fazendo no futuro.

2. Identifique suas competências profissionais

Após definir quais são os seus principais objetivos, é necessário também identificar quais competências você possui e quais deverá adquirir durante a sua trajetória profissional. Além disso, é ideal também observar pontos que devem ser desenvolvidos e precisam receber maior atenção para haver amadurecimento profissional e crescimento pessoal.

3. Crie planos de ações, mova-se!

Após todo o processo de planejamento, nada será concretizado sem a aplicação de ações assertivas, ou seja, resumidamente, se você deseja alcançar tal posição profissional em um determinado prazo, é fundamental que você se dedique fazendo cursos de especialização, fique sempre atualizado com as principais tendências da sua área, converse com profissionais mais experientes e tenha contato com diferentes visões. Sem dúvidas, esse processo contribuirá para aumentar a seu repertório intelectual, além de abrir portas no mercado de trabalho.

É importante ter em mente que o desenvolvimento de carreira é algo contínuo e será por toda a sua vida, sendo assim, uma busca constante por aprendizado será uma realidade muito presente.

A adição de novas habilidades e experiências desafiadoras farão parte da sua trajetória, sendo assim, uma das principais razões para que você saiba elaborar um plano de carreira é ter o controle de seus ganhos, perdas, evoluções, inclusão de novas metas ou até mesmo a mudança de direção em relação a realização de sonhos profissionais. Quando há o planejamento e dedicação, as chances de obter êxito são maiores.

O sucesso profissional é um termo amplo e relativo, por isso, estar feliz com seu desempenho, função e consigo mesmo é um parâmetro para essa definição, pois, na prática pode se caracterizar de várias formas para as pessoas.

Esse artigo foi útil para você? Esperamos que sim! Comece agora a elaborar o seu plano de carreira. J

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3 métodos para auxiliar a administração das finanças pessoais

Guardar dinheiro virou sinônimo de sacrifício? Será que você tem conseguido fazer isso da forma correta?

Ao longo da vida aprendemos a administrar nossos afazeres, saúde, emoções, mas a vida financeira é jogada para escanteio com atos impulsivos, por essa razão, já parou para refletir que o maior desafio não está no dinheiro em si, mas sim na reeducação financeira que não foi eficaz para você e muitas outras pessoas?

Para todas as mudanças importantes na vida, o primeiro passo está em reprogramar nossa mentalidade para conquistar e atingir nossos objetivos. O autoconhecimento é um grande contribuinte nessa etapa, pois, assim você desenvolverá o autocontrole para não se sabotar ao pensar em “dar uma escapada” e perder o foco em guardar dinheiro.  Antes de comprar algo, há sempre 3 perguntas importantes a se fazer, se questione: já pesquisei o preço desse produto em outras lojas?  Eu preciso dessa compra?  Posso esperar para comprar? Seja sincero com você mesmo!

Para auxiliar você a guardar seu tão esforçado dinheiro, listamos algumas dicas que podem fazer diferença nos seus planos em poupar:

  • Análise e crie metas.

Calcule ou faça uma média de todos os seus gastos nos últimos 6 meses, veja quais eram as despesas fixas e as que surgiram por necessidade ou por prioridade pessoal. Depois disso, crie um controle de gastos, identifique como está distribuído seu salário hoje e faça uma revisão. Uma forma de distribuir seu dinheiro é que você separe da seguinte maneira: 50% do seu salário nas dívidas, 20% em necessidades pessoais e que poupe 30%. Claro, essa divisão será de acordo com a sua realidade, podendo aumentar alguns percentuais ou não, mas o importante é que você tenha uma visão macro da onde está sendo destinado sua renda. Estipule um prazo para atingir sua meta, isso é de extrema importância, pois, irá despertar seu senso de alerta ou disciplina, até que a aquela data chegue e você tenha atingido o número exato.

  • Aplicativos de gerenciamento de finanças.

A tecnologia é usada para fins muito benéficos, então por que não utilizar a seu favor na hora de organizar-se? Os aplicativos Guia do Bolso, Organizze e Monefy são excelentes opções como gerenciadores nas finanças, pois, são muito práticos e fáceis de entender, mas o ideal é que você encontre aquele que você mais se adequa.

  • Evite o uso de cartão de crédito ou cheque especial.

Nas situações de emergências recorremos sempre a alternativas tangíveis e rapidamente disponíveis, fazendo com que o uso desses meios seja frequente e se torne um hábito, resultando na falta de atenção no crescimento de sua dependência no uso. A consequência desse uso por um momento pode ser boa e auxiliar, mas imprevistos acontecem e não efetuar o pagamento por causa de um advento, já sabemos no que resulta, não é mesmo? Sim, o endividamento! Por isso EVITE sempre que puder desses recursos como uma saída fácil para o pagamento de contas e etc… Crie um banco de emergência próprio e o mantenha numa conta poupança para evitar que você utilize em uma situação que não seja tão emergente assim. Esse tipo de conta é muito importante para manter o dinheiro num lugar seguro e ainda fazer render.

Ter compromisso consigo mesmo e seus objetivos é necessário para visualizar resultados a longo e médio prazo, mantenha-se firme e o tempo todo com muita racionalidade nas suas escolhas. Desafie-se!

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Fonte: Catraca Livre

 

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COMO SE RECOLOCAR NO MERCADO DE TRABALHO?

O mercado de trabalho anda bem sensível no país. Muitos fatores podem causar crises e tirar o emprego de milhares de pessoas em pouco tempo, o que causa o enorme índice de desemprego que vemos atualmente. Entretanto, a recolocação no mercado é possível, e existem muitas chances para isso.

Neste artigo, falaremos sobre algumas atitudes e mudanças que você pode fazer para alcançar um lugar ainda melhor no mercado. Confira!

Entenda o mercado de trabalho

O primeiro passo para quem perdeu o emprego e quer se recolocar no mercado de trabalho é entendê-lo. Principalmente se você está há muito tempo sem trabalhar, afinal, milhares de mudanças podem ocorrer em todas as carreiras, e você precisa compreender isso.

Veja o cenário e tome esse tempo também para fazer alguns exercícios de autoconhecimento. Pense se realmente aquela área é o que você deseja e se não seria uma alternativa pensar em apostar em outro lado da profissão, por exemplo.

Atualize seu currículo

Essa é uma dica que pode parecer óbvia, mas que muitas vezes não é colocada em primeiro lugar e nem recebe sua devida importância pelo trabalhador. O ideal, na verdade, é atualizar seu currículo durante os empregos, assim você pode até mesmo procurar outras oportunidades melhores enquanto ainda trabalha.

Durante o período de recolocação, refaça seu currículo, procure modelos e busque destacar o que tem de melhor. Nada de colocar todas as experiências da vida inteira! Insira as que mais fizeram de você o profissional que é hoje e conclua com os cursos que fez e que tem certificado.

Busque cursos e palestras para capacitação

Passar um período sem trabalhar não significa se acomodar naquela situação e não buscar melhorias. Aproveite o tempo “livre” para embarcar em novas jornadas! Procure palestras, cursos, eventos e o que mais achar necessário e enriqueça seus conhecimentos. Tudo será válido no momento de um novo emprego, acredite!

Além disso, você pode fazer conexões e estimular seu networking. Quem sabe você não cria portas para novos caminhos?

Não descarte trabalhos temporários

Hoje, com a flexibilização dos projetos empresariais, é muito comum que uma ou outra empresa procure profissionais para trabalhar de casa durante o período de um projeto. Isso nunca pode ser descartado, por menor que seja a remuneração.

Invista seu tempo, estude e faça um bom trabalho. Pode ser que essa seja uma oportunidade de emprego em um futuro próximo. Portanto, não deixe de lado e agarre com unhas e dentes tudo o que puder do mercado!

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3 passos para ajudar você a escolher uma profissão

Pensando no vestibular surge aquela dúvida…Qual profissão seguir? Para muita gente, o Ensino Médio é marcado por uma dúvida das grandes: o que fazer da vida quando o colégio acabar? Embora alguns iluminados já tenham todo um plano esquematizado, tendo escolhido não só o curso e a universidade em que pretendem estudar, mas também o caminho que querem percorrer na carreira, uma parte considerável das pessoas não têm ideia do que fazer. E isso – é importante salientar – é completamente normal. Na verdade, dúvidas como essa geralmente continuam rondando até aqueles que já têm uma carreira consolidada e bem-sucedida.  E não é incomum que as pessoas decidam mudar de profissão durante ou depois da faculdade – ou mesmo depois de décadas de experiência em determinada área.

Mas o fato é que você vai precisar fazer uma escolha ao final o Ensino Médio. Por onde começar?

3 passos para escolher uma profissão

1) Pense não só sobre o que você gosta de fazer, mas sobre o que sabe fazer BEM

Para uma decisão como essa, o autoconhecimento é fundamental. Liste as coisas que você curte – não só em relação às matérias da escola, mas pensando também em atividades diversas e temas sobre os quais gosta de ler e pesquisar. Procure fazer um levantamento bem profundo dos seus interesses.

Depois, liste também as coisas que você faz bem – aquilo que faz com facilidade, ou pelo qual costuma receber elogios. Também vale colocar nesta lista características marcantes em sua personalidade que lhe permitem fazer essas coisas. Por exemplo, se você é um bom capitão de time, pode significar que é bom em liderar. Isso vai lhe ajudar a descobrir suas competências, que podem ser tão importantes quanto seus gostos pessoais ao escolher uma profissão.

2) Pesquise sobre os cursos e as profissões que lhe interessam

Depois de olhar para dentro, é preciso olhar para fora a fim de encontrar os cursos e profissões que tenham a ver com seus interesses e competências. Além de listar aqueles que você já tem em mente, pesquise outros possíveis. Aprofunde-se sobre aqueles que mais lhe interessam. E aqui não estamos falando de só pesquisar o salário ou a demanda por esses profissionais – até porque a maioria dos cursos dura quatro ou cinco anos, e o mercado de trabalho já terá mudado até você concluir a faculdade.

A ideia é conversar com estudantes e profissionais que trabalhem na área que você almeja para conhecer aspectos práticos do seu dia a dia, que habilidades a profissão exige, o que gostam e o que não gostam sobre ela, que desafios enfrentam. Tente descobrir o máximo de informações que puder e busque pontos de vista diferentes. Lembre-se também de pesquisar a grade dos cursos (muitas universidades a disponibilizam em seus sites).

3) Avalie se as possibilidades que essas carreiras lhe oferecem estão de acordo com seus objetivos de vida

Depois do primeiro e do segundo passos, você provavelmente reduziu seu leque de profissões possíveis para algumas poucas opções. O desafio é que, por ter reunido muita informação, você talvez curta bastante todas as que restaram. Como decidir? Este terceiro passo é recomendável tanto para o desempate quanto para a prova final, caso você já tenha se decidido.

Agora é hora de pensar um pouco mais longe e considerar a carreira que você quer. Carreira é diferente de profissão, embora as pessoas normalmente confundam as duas coisas. Para entender melhor: ser médico é uma profissão que permite várias carreiras – você pode ser cirurgião plástico com clínica própria ou ser um pediatra em um país africano pelo Médicos Sem Fronteiras, por exemplo.

A sua carreira está ligada ao seu objetivo de vida a longo prazo. Você não precisa ter esse objetivo claro tão cedo, mas já é possível ter noção do que você está disposto e do que não está disposto a fazer. E a terceira etapa da sua busca envolve avaliar se as profissões que tem em mente condizem com esse objetivo e com outras ambições que possa ter.

Se você tem o objetivo de morar fora do Brasil, pode avaliar qual das profissões lhe dá maiores chances para conseguir isso. É claro que esse não deve ser seu único critério, mas pode ser um ponto a considerar. Se você quer fazer carreira no exterior e está em dúvida entre Direito e Relações Internacionais, terá mais chance de fazer isso com o segundo curso. Caso considere fazer Publicidade e Propaganda, é bem provável que tenha de trabalhar no eixo Rio – São Paulo. Se você mora em outro estado, estaria disposto a se mudar? Embora não deva ser o aspecto principal na escolha de uma profissão, o salário é outro fator que vale ser considerado nesta terceira etapa (especialmente se você busca um alto padrão de vida).

O que apresentamos aqui foi um caminho possível para a escolha de uma profissão. Embora existam muitos outros, o autoconhecimento e a pesquisa permanecem sendo os elementos centrais do processo.

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Fonte: Como escolher uma profissão – Geekie Games

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