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Autoconhecimento e carreira profissional: como se relacionam?
Carreira 20/03/2019

Você já parou para pensar que o autoconhecimento influencia, e muito, no alcance do seu sucesso profissional?
Você realmente se conhece? Sabe o que lhe causa os mais diversos sentimentos? Tem clareza dos estímulos que lhe proporcionam emoções negativas? Tem definido o que “sucesso” significa para você?

O autoconhecimento vai além de estar ciente das próprias forças e fraquezas, significa investigar a sua própria subjetividade, ou seja, as suas particularidades como indivíduo. Quando nos dedicamos à percepção dos nossos valores, crenças, sentimentos e pensamentos, passamos a voltar a nossa atenção para quem realmente somos.

Saber quem realmente somos, proporciona o escolher consciente, que leva em conta os nossos princípios, desejos e vontades, conduzindo-nos consequentemente, para decisões mais assertivas. Segundo Elisandra Felex, Coach e Sócia Fundadora da Felex Coaching e Consultoria, conhecer suas potencialidades e ter pontos bem definidos sobre você mesmo é essencial para a carreira Potencializar e aproveitar seus recursos internos, seus talentos natos, suas competências, seu propósito, certamente te ajudará a encontrar uma carreira profissional que fará total sentido na sua vida e dessa forma viverá do que realmente acredita e de acordo com os seus valores pessoais” afirma Elisandra.

A Coach de carreira provoca ainda uma reflexão no olhar para si mesmo e suas ações “Cada Ser é Único, cada um traz uma história de vida, desejos e sonhos, olhar para dentro de si é descobrir talentos e motivos para escolher e viver uma profissão. De acordo com Mario Sergio Cortella: “Temos de trabalhar! Podemos fazê-lo para mera obtenção da sobrevivência ou também como um modo de marcar nossa presença no mundo! ”.

 Então deixo esta reflexão: Quais histórias você quer deixar para o mundo? ” Conclui.

Pode-se dizer, portanto, que o sucesso profissional está vinculado ao alinhamento entre as próprias escolhas e o conhecimento que se tem de si. Entende agora como Autoconhecimento e carreira profissional se relacionam e o quão definidor pode ser na sua trajetória?

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Fonte: Elisandra Felex

 

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Networking: qual o limite entre oportunidade e oportunismo?

O networking é necessário para impulsionar seus saltos para novas oportunidades e conhecimentos na sua carreira, sendo assim, funciona como uma corrente onde os elos entre os gomos são feitos através de trocas no âmbito profissional, mas de forma humanizada.

 

Uma boa explicação é o conceito de José Augusto Minarelli, autor do livro “Superdicas de networking para sua vida pessoal e profissional” (Ed. Saraiva). Minarelli diz que “networking é algo de extremo valor para a vida e para a carreira; é um pouco diferente da visão norte-americana, que é focada apenas em negócio; para nós, é mais humanista, uma vez que é uma atitude, uma forma de se relacionar com as pessoas que valoriza a convivência em benefícios de todos. O networking não é uma via de mão única, e não dever ser encarado como uma agenda de pessoas que podem oferecer algo”.

Diante do cenário que estamos vivendo em nosso país, algumas pessoas têm distorcido esse conceito e pensam estar ampliando o networking, enquanto, na verdade, a aproximação acontece por interesse. Vejamos esta situação em um exemplo recorrente no momento do networking:

Você “conhece” alguém em um evento; troca cartão e, no dia seguinte, começa a receber propostas e “oportunidades” que não te interessam em nada ou, então, mensagens no LinkedIn, com o seguinte teor: “Bom dia, tudo bem? Estou em busca da minha recolocação no mercado, você poderia me indicar para alguma vaga? ”.

Se você é adepto desse hábito, um alerta: Pare agora! Isso não é bem visto e você passar a ser enxergado como aproveitador e além disso, essa atitude não vai deixar você mais próximo do seu contato.

Então, como fazer networking sem parecer oportunista?

Dica #1: Os colegas da faculdade é um caminho rico para a construção da rede de relacionamentos durante e após a graduação. É provável que depois da faculdade, você ainda cruze no mercado de trabalho com pessoas com a qual passou um bom período durante a sua graduação, elas poderão ajudar com alguma indicação ou uma oportunidade de carreira. Muitas oportunidades de trabalho advêm de relacionamentos, portanto, a recomendação de um professor, por exemplo, pode fazer muita diferença.

Dica #2: Não procure as pessoas só quando precisa de ajuda; a boa prática do networking é ajudar sem querer nada em troca. A sinergia que construímos com determinadas pessoas, nos estimulam a não agir por interesse apenas, mas que seja uma relação de mão dupla.

Dica #3: O contato de forma digital deve ter o mesmo cuidado que a pessoal, portanto, uma atitude ineficaz é ficar disparando convite na rede do LinkedIn sem personalizar a mensagem, enchendo a caixa de e-mail de um possível recrutador, isso é perda de tempo. Ah! E as caixas de e-mails reconhecem mensagens repetidas de pessoas desconhecidas, isso é SPAM. Não queime oportunidades.

Dica #4: Construa relações sinceras, comece com coisas básicas e importantes; deseje parabéns aos seus contatos, afinal, quem não gosta de ser lembrado no dia do seu aniversário? Embora pense que não tenha nada a oferecer às pessoas, leia o artigo anterior sobre “Marketing Pessoal” e saiba como poderá ajudar se ajudar e também as outras pessoas com o seu talento.

Dica #5: Chegue um pouquinho antes do horário da palestra ou evento, comece conversando com as pessoas – e isso em qualquer lugar que você for – será muito importante para que os diálogos fluam naturalmente e você pratique sem medo. Outro ponto que auxiliará é saber falar sobre você, sabe o que isso significa? autoconhecimento.

O networking não deve ser encarado com um ato interesseiro. Esteja preparado para “doar” e “receber”, pois, utilizando de forma certa, a prática será sua aliada na construção de uma carreira de sucesso. Habitue-se a conversar com as pessoas em todo lugar que estiver e o mais importante, seja interessado nas pessoas – e não nas coisas.

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3 Passos para criar seu plano de carreira

Muitas profissionais querem atingir metas de médio e longo prazo, mas muitas vezes esquecem de se fazerem perguntas decisivas para trilharem até seu objetivo.  A verdade é que não existe fórmula para o sucesso e sim meios inteligentes de se caminhar até ele, por isso, o planejamento é essencial na hora de escolher a direção correta. Algumas dicas de organização dessas metas podem o auxiliar para entender suas ambições profissionais com clareza, e consequentemente auxiliar a construir seu plano de carreira:

1. Entenda onde você quer chegar

O primeiro passo para conseguir criar um plano de carreira eficiente é entender onde você quer chegar, quais são as suas metas profissionais, assim como as pessoais, pois ambas precisam estar alinhadas. Defina prazos, por exemplo, em cinco anos em qual posição você gostaria de trabalhar? Quais conhecimentos pretende adquirir?

 Liste todas as suas ambições em curto, médio e longo prazo e reflita. Depois de analisar risque alguns itens e de forma realista deixe apenas aquilo que se vê fazendo no futuro.

2. Identifique suas competências profissionais

Após definir quais são os seus principais objetivos, é necessário também identificar quais competências você possui e quais deverá adquirir durante a sua trajetória profissional. Além disso, é ideal também observar pontos que devem ser desenvolvidos e precisam receber maior atenção para haver amadurecimento profissional e crescimento pessoal.

3. Crie planos de ações, mova-se!

Após todo o processo de planejamento, nada será concretizado sem a aplicação de ações assertivas, ou seja, resumidamente, se você deseja alcançar tal posição profissional em um determinado prazo, é fundamental que você se dedique fazendo cursos de especialização, fique sempre atualizado com as principais tendências da sua área, converse com profissionais mais experientes e tenha contato com diferentes visões. Sem dúvidas, esse processo contribuirá para aumentar a seu repertório intelectual, além de abrir portas no mercado de trabalho.

É importante ter em mente que o desenvolvimento de carreira é algo contínuo e será por toda a sua vida, sendo assim, uma busca constante por aprendizado será uma realidade muito presente.

A adição de novas habilidades e experiências desafiadoras farão parte da sua trajetória, sendo assim, uma das principais razões para que você saiba elaborar um plano de carreira é ter o controle de seus ganhos, perdas, evoluções, inclusão de novas metas ou até mesmo a mudança de direção em relação a realização de sonhos profissionais. Quando há o planejamento e dedicação, as chances de obter êxito são maiores.

O sucesso profissional é um termo amplo e relativo, por isso, estar feliz com seu desempenho, função e consigo mesmo é um parâmetro para essa definição, pois, na prática pode se caracterizar de várias formas para as pessoas.

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3 métodos para auxiliar a administração das finanças pessoais

Guardar dinheiro virou sinônimo de sacrifício? Será que você tem conseguido fazer isso da forma correta?

Ao longo da vida aprendemos a administrar nossos afazeres, saúde, emoções, mas a vida financeira é jogada para escanteio com atos impulsivos, por essa razão, já parou para refletir que o maior desafio não está no dinheiro em si, mas sim na reeducação financeira que não foi eficaz para você e muitas outras pessoas?

Para todas as mudanças importantes na vida, o primeiro passo está em reprogramar nossa mentalidade para conquistar e atingir nossos objetivos. O autoconhecimento é um grande contribuinte nessa etapa, pois, assim você desenvolverá o autocontrole para não se sabotar ao pensar em “dar uma escapada” e perder o foco em guardar dinheiro.  Antes de comprar algo, há sempre 3 perguntas importantes a se fazer, se questione: já pesquisei o preço desse produto em outras lojas?  Eu preciso dessa compra?  Posso esperar para comprar? Seja sincero com você mesmo!

Para auxiliar você a guardar seu tão esforçado dinheiro, listamos algumas dicas que podem fazer diferença nos seus planos em poupar:

  • Análise e crie metas.

Calcule ou faça uma média de todos os seus gastos nos últimos 6 meses, veja quais eram as despesas fixas e as que surgiram por necessidade ou por prioridade pessoal. Depois disso, crie um controle de gastos, identifique como está distribuído seu salário hoje e faça uma revisão. Uma forma de distribuir seu dinheiro é que você separe da seguinte maneira: 50% do seu salário nas dívidas, 20% em necessidades pessoais e que poupe 30%. Claro, essa divisão será de acordo com a sua realidade, podendo aumentar alguns percentuais ou não, mas o importante é que você tenha uma visão macro da onde está sendo destinado sua renda. Estipule um prazo para atingir sua meta, isso é de extrema importância, pois, irá despertar seu senso de alerta ou disciplina, até que a aquela data chegue e você tenha atingido o número exato.

  • Aplicativos de gerenciamento de finanças.

A tecnologia é usada para fins muito benéficos, então por que não utilizar a seu favor na hora de organizar-se? Os aplicativos Guia do Bolso, Organizze e Monefy são excelentes opções como gerenciadores nas finanças, pois, são muito práticos e fáceis de entender, mas o ideal é que você encontre aquele que você mais se adequa.

  • Evite o uso de cartão de crédito ou cheque especial.

Nas situações de emergências recorremos sempre a alternativas tangíveis e rapidamente disponíveis, fazendo com que o uso desses meios seja frequente e se torne um hábito, resultando na falta de atenção no crescimento de sua dependência no uso. A consequência desse uso por um momento pode ser boa e auxiliar, mas imprevistos acontecem e não efetuar o pagamento por causa de um advento, já sabemos no que resulta, não é mesmo? Sim, o endividamento! Por isso EVITE sempre que puder desses recursos como uma saída fácil para o pagamento de contas e etc… Crie um banco de emergência próprio e o mantenha numa conta poupança para evitar que você utilize em uma situação que não seja tão emergente assim. Esse tipo de conta é muito importante para manter o dinheiro num lugar seguro e ainda fazer render.

Ter compromisso consigo mesmo e seus objetivos é necessário para visualizar resultados a longo e médio prazo, mantenha-se firme e o tempo todo com muita racionalidade nas suas escolhas. Desafie-se!

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Fonte: Catraca Livre

 

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COMO SE RECOLOCAR NO MERCADO DE TRABALHO?

O mercado de trabalho anda bem sensível no país. Muitos fatores podem causar crises e tirar o emprego de milhares de pessoas em pouco tempo, o que causa o enorme índice de desemprego que vemos atualmente. Entretanto, a recolocação no mercado é possível, e existem muitas chances para isso.

Neste artigo, falaremos sobre algumas atitudes e mudanças que você pode fazer para alcançar um lugar ainda melhor no mercado. Confira!

Entenda o mercado de trabalho

O primeiro passo para quem perdeu o emprego e quer se recolocar no mercado de trabalho é entendê-lo. Principalmente se você está há muito tempo sem trabalhar, afinal, milhares de mudanças podem ocorrer em todas as carreiras, e você precisa compreender isso.

Veja o cenário e tome esse tempo também para fazer alguns exercícios de autoconhecimento. Pense se realmente aquela área é o que você deseja e se não seria uma alternativa pensar em apostar em outro lado da profissão, por exemplo.

Atualize seu currículo

Essa é uma dica que pode parecer óbvia, mas que muitas vezes não é colocada em primeiro lugar e nem recebe sua devida importância pelo trabalhador. O ideal, na verdade, é atualizar seu currículo durante os empregos, assim você pode até mesmo procurar outras oportunidades melhores enquanto ainda trabalha.

Durante o período de recolocação, refaça seu currículo, procure modelos e busque destacar o que tem de melhor. Nada de colocar todas as experiências da vida inteira! Insira as que mais fizeram de você o profissional que é hoje e conclua com os cursos que fez e que tem certificado.

Busque cursos e palestras para capacitação

Passar um período sem trabalhar não significa se acomodar naquela situação e não buscar melhorias. Aproveite o tempo “livre” para embarcar em novas jornadas! Procure palestras, cursos, eventos e o que mais achar necessário e enriqueça seus conhecimentos. Tudo será válido no momento de um novo emprego, acredite!

Além disso, você pode fazer conexões e estimular seu networking. Quem sabe você não cria portas para novos caminhos?

Não descarte trabalhos temporários

Hoje, com a flexibilização dos projetos empresariais, é muito comum que uma ou outra empresa procure profissionais para trabalhar de casa durante o período de um projeto. Isso nunca pode ser descartado, por menor que seja a remuneração.

Invista seu tempo, estude e faça um bom trabalho. Pode ser que essa seja uma oportunidade de emprego em um futuro próximo. Portanto, não deixe de lado e agarre com unhas e dentes tudo o que puder do mercado!

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3 passos para ajudar você a escolher uma profissão

Pensando no vestibular surge aquela dúvida…Qual profissão seguir? Para muita gente, o Ensino Médio é marcado por uma dúvida das grandes: o que fazer da vida quando o colégio acabar? Embora alguns iluminados já tenham todo um plano esquematizado, tendo escolhido não só o curso e a universidade em que pretendem estudar, mas também o caminho que querem percorrer na carreira, uma parte considerável das pessoas não têm ideia do que fazer. E isso – é importante salientar – é completamente normal. Na verdade, dúvidas como essa geralmente continuam rondando até aqueles que já têm uma carreira consolidada e bem-sucedida.  E não é incomum que as pessoas decidam mudar de profissão durante ou depois da faculdade – ou mesmo depois de décadas de experiência em determinada área.

Mas o fato é que você vai precisar fazer uma escolha ao final o Ensino Médio. Por onde começar?

3 passos para escolher uma profissão

1) Pense não só sobre o que você gosta de fazer, mas sobre o que sabe fazer BEM

Para uma decisão como essa, o autoconhecimento é fundamental. Liste as coisas que você curte – não só em relação às matérias da escola, mas pensando também em atividades diversas e temas sobre os quais gosta de ler e pesquisar. Procure fazer um levantamento bem profundo dos seus interesses.

Depois, liste também as coisas que você faz bem – aquilo que faz com facilidade, ou pelo qual costuma receber elogios. Também vale colocar nesta lista características marcantes em sua personalidade que lhe permitem fazer essas coisas. Por exemplo, se você é um bom capitão de time, pode significar que é bom em liderar. Isso vai lhe ajudar a descobrir suas competências, que podem ser tão importantes quanto seus gostos pessoais ao escolher uma profissão.

2) Pesquise sobre os cursos e as profissões que lhe interessam

Depois de olhar para dentro, é preciso olhar para fora a fim de encontrar os cursos e profissões que tenham a ver com seus interesses e competências. Além de listar aqueles que você já tem em mente, pesquise outros possíveis. Aprofunde-se sobre aqueles que mais lhe interessam. E aqui não estamos falando de só pesquisar o salário ou a demanda por esses profissionais – até porque a maioria dos cursos dura quatro ou cinco anos, e o mercado de trabalho já terá mudado até você concluir a faculdade.

A ideia é conversar com estudantes e profissionais que trabalhem na área que você almeja para conhecer aspectos práticos do seu dia a dia, que habilidades a profissão exige, o que gostam e o que não gostam sobre ela, que desafios enfrentam. Tente descobrir o máximo de informações que puder e busque pontos de vista diferentes. Lembre-se também de pesquisar a grade dos cursos (muitas universidades a disponibilizam em seus sites).

3) Avalie se as possibilidades que essas carreiras lhe oferecem estão de acordo com seus objetivos de vida

Depois do primeiro e do segundo passos, você provavelmente reduziu seu leque de profissões possíveis para algumas poucas opções. O desafio é que, por ter reunido muita informação, você talvez curta bastante todas as que restaram. Como decidir? Este terceiro passo é recomendável tanto para o desempate quanto para a prova final, caso você já tenha se decidido.

Agora é hora de pensar um pouco mais longe e considerar a carreira que você quer. Carreira é diferente de profissão, embora as pessoas normalmente confundam as duas coisas. Para entender melhor: ser médico é uma profissão que permite várias carreiras – você pode ser cirurgião plástico com clínica própria ou ser um pediatra em um país africano pelo Médicos Sem Fronteiras, por exemplo.

A sua carreira está ligada ao seu objetivo de vida a longo prazo. Você não precisa ter esse objetivo claro tão cedo, mas já é possível ter noção do que você está disposto e do que não está disposto a fazer. E a terceira etapa da sua busca envolve avaliar se as profissões que tem em mente condizem com esse objetivo e com outras ambições que possa ter.

Se você tem o objetivo de morar fora do Brasil, pode avaliar qual das profissões lhe dá maiores chances para conseguir isso. É claro que esse não deve ser seu único critério, mas pode ser um ponto a considerar. Se você quer fazer carreira no exterior e está em dúvida entre Direito e Relações Internacionais, terá mais chance de fazer isso com o segundo curso. Caso considere fazer Publicidade e Propaganda, é bem provável que tenha de trabalhar no eixo Rio – São Paulo. Se você mora em outro estado, estaria disposto a se mudar? Embora não deva ser o aspecto principal na escolha de uma profissão, o salário é outro fator que vale ser considerado nesta terceira etapa (especialmente se você busca um alto padrão de vida).

O que apresentamos aqui foi um caminho possível para a escolha de uma profissão. Embora existam muitos outros, o autoconhecimento e a pesquisa permanecem sendo os elementos centrais do processo.

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Fonte: Como escolher uma profissão – Geekie Games

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4 livros para impulsionar sua carreira

A leitura é um hábito que traz conhecimento, informação e estimula a criatividade, contudo, além de ser ou tornar-se um hobby, também pode ser um mecanismo benéfico para o desenvolvimento pessoal e profissional.

Uma das principais razões para demissões atualmente são por decorrência da inadequação a cultura da empresa ou por motivos comportamentais. As habilidades e conhecimentos técnicos são um complemento para ser um profissional demandado no mercado, sendo assim apenas investir em conhecimento teórico não é o suficiente, mas também possuir facilidade em lidar com diferenças e ter boas relações interpessoais. Veja abaixo alguns livros que podem te auxiliar no ambiente corporativo ou social:

  • Desperte seu Gigante Interior

Nesse livro o autor considerado o pai do método coaching, Anthony Robbins, enfatiza o poder que tem a tomada de decisão e como podemos mudar muitas situações ao nosso redor em segundos, se realmente houver dedicação. Através de histórias, casos, estudos e testes de autoajuda que qualquer pessoa pode fazer, o autor busca despertar a melhoria em pontos que irão te auxiliar em muitos aspectos.

·         Pense e Enriqueça     

A abordagem de Napoleon Hill neste livro desvenda segredos para o sucesso financeiro de muitas figuras importantes da história. Uma obra de autoajuda financeira para todos aqueles que desejam conquistar o sucesso, mas antes precisam se reorganizar.

·         Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes 

O livro de Stephen Covey vendeu mais de R$ 15 milhões de cópias, fazendo muito sucesso com seus 7 hábitos, considerados revolucionares. A obra permeia assuntos como produtividade, rotina e qualidade de vida. Esse livro trabalha princípios éticos para que com os hábitos, você desenvolva independência na vida profissional e pessoal.

·         Inteligência Emocional

As obras de David Goleman, geralmente são sobre comportamento e inteligência emocional no ambiente corporativo. O assunto deste livro trata-se da importância das relações humanas no trabalho e também destaca como um coeficiente tão importante quanto o conhecimento técnico, para obter sucesso.

Todo conhecimento absorvido na trajetória profissional através de experiências ou leitura, será o preparo para você ser um profissional ligado as tendências, com facilidade em resolver problemas e inovador, vendo os desafios de várias perspectivas. A procura de profissionais criativos no mercado é alta, e considerando que as mudanças tecnológicas já existem no mercado de trabalho, quanto mais atualizado e possuir amplo repertório intelectual, mais fácil será conquistar suas ambições profissionais colocando em prática.

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Comunicação eficaz

Você já passou por alguma situação em que o receptor teve uma interpretação da sua mensagem totalmente diferente do que você realmente quis dizer?

Esse são momentos em que a ponte da comunicação pode romper sua estabilidade, causando ruídos e em algumas vezes, a reformulação do contexto, após um leve constrangimento na roda de conversa. Quem nunca?

A comunicação é a base para relações pessoais e profissionais, por isso, ambas precisam de eficácia para administrar e identificar boas oportunidades. A objetividade é um ponto que te auxiliará a colaborar em uma transmissão inteligível aos receptores.

A velocidade das informações nos dias atuais, faz com que a capacidade do cérebro em absorver novos aprendizados seja cada vez maior. Já se questionou quantas coisas o seu cérebro trabalha em apenas 24 horas? Você pode criar, pesquisar, receber informações e interpretá-las. Resumidamente, em apenas um dia seu cérebro é capaz de processar muitas informações, mas tudo isso acontece por intermédio da comunicação. Também por esse motivo, a eficácia da comunicação precisa estar constantemente com um alto nível de exigência, pois assim, não existirá espaço para zona de conforto, você estará sempre se reinventando e principalmente, conquistará a atenção no ambiente profissional com seus colegas de trabalho, líderes, gerentes, praticando networking e consequentemente abrindo novos horizontes profissionais.

O que traduz muito bem a eficácia na comunicação é a frase da escritora Anne Morrow Lindbergh:

“A boa comunicação é tão estimulante como um café forte e, tal como ele, não nos deixa adormecer. ”

Para desenvolver ainda mais suas competências e também em como se comunicar, veja algumas dicas:

  • Permita-se sendo você mesmo

Nas situações que nos sentimos pressionados, temos que pensar que aquela é a oportunidade de se permitir a aprender e também transmitir conhecimento. É importante conduzir sua fala com equilíbrio, leveza, para haver naturalidade e manter-se seguro para passar credibilidade ao se comunicar. Essa combinação quando praticada e evoluída com o tempo, tornam-se aliadas para diversas oportunidades na vida, além de trabalhar seu poder de persuasão.

  • Adquira conhecimento ao ouvir

Aprenda a importância de ouvir o que o outro tem a dizer e o quão benéfico isso pode ser. No ambiente profissional, você aprenderá diariamente ouvindo as pessoas, por isso, concentre-se e realmente tenha interesse no que seu interlocutor diz, deixe que ele conclua a mensagem e então dê seu feedback.

  • Saia da zona de conforto

Respeitar seu ritmo é essencial para desenvolver ou começar a comunicar-se melhor, mas existe uma linha tênue entre essas vertentes que precisa ser policiada por você mesmo quantas vezes forem necessárias. Crie um “gatilho” para toda vez que estiver prestes a retroceder. Lembre-se que a cada passo dado, você expande aspectos relevantes na sua vida e carreira.

Aproveite e aprecie sua evolução, a comunicação é um dos artifícios que podem acelerar as mudanças positivas e causar grandes impactos. Inicie 2019 investindo em si mesmo, essa decisão nunca será um desperdício.

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Empregabilidade — O Conceito De Manter-Se Ativo No Mercado De Trabalho

Você sabe o que significa o termo empregabilidade? Por definição, podemos dizer que remete à capacidade ou possibilidade de conseguir um emprego, assim como a de manter-se empregado.

Com a alta competitividade no mercado de trabalho, conquistar o seu lugar não é uma tarefa fácil. Atualmente, as empresas estão cada vez mais exigentes e optando por currículos que demonstrem mais experiência e conhecimento da área.

Quer saber mais sobre o assunto e conferir maneiras de garantir a empregabilidade? Então continue lendo este artigo!

Como melhorar a empregabilidade?

Provavelmente, você já passou por uma fase difícil, em que estava desempregado e não via oportunidades surgindo. Pode até ser que você esteja passando por essa fase agora mesmo. Mas não desanime! Existem algumas maneiras de você melhorar sua empregabilidade e, assim, como consequência, aumentar suas chances no mercado de trabalho.

Vamos conferir algumas práticas que você pode aderir para isso?

Faça cursos

Procure por cursos de capacitação e especialização. Podem ser pequenos cursos on-line ou investir um tempo a mais em uma pós-graduação presencial, por exemplo. Não precisamos nem dizer o quanto isso ajudará em seu currículo e sua bagagem, não é mesmo? Afinal, conhecimento nunca é demais!

Além disso, aprenda outras línguas e se envolva em projetos e ações voluntárias.

Mantenha-se informado

Estar atualizado sobre as notícias do mundo e do mercado é fator fundamental para melhorar suas chances de emprego. Leia os veículos de informação e, sempre que possível, debata sobre ideias e acontecimentos atuais. Isso também ajuda a melhorar a sua comunicação e argumentação, além de aprender a ouvir as opiniões diferentes da sua.

Desenvolva novas atividades

Aprenda coisas diferentes das vinculadas à sua área de atuação. Competências são sempre bem-vindas e não há nada que não forneça conhecimento a nós! Por isso, conheça outros nichos e esteja aberto a novas oportunidades. Quem sabe você não se dá conta de que tem aptidão para outras áreas e tarefas?

Faça uma autoavaliação

autoconhecimento é muito importante, por isso, reflita sobre sua trajetória até aqui. Coloque no papel seus pontos fortes, fracos e o que precisa melhorar. Pense: você está se esforçando o máximo que pode?

Lembre-se de viver um dia após o outro e tenha  calma. Desesperar-se não vai ajudar, pois assim você ficará desanimado, desmotivado e não irá conseguir enxergar as soluções e oportunidades que aparecerem.

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Liderança

O conceito do senso comum sobre liderança geralmente se refere a ideias repassadas de uma pessoa para outra, com respostas programadas ou iguais. O tema abordado no PEX dessa semana, busca impulsionar a reflexão sobre a liderança e a formação de líderes na sociedade, com foco no comprometimento e boa gestão nas organizações públicas e privadas do Brasil, em decorrência da recente escolha de líderes importantes que influenciam no contexto político, econômico e social do país.

Patrícia Carlla, professora de Direito Administrativo no Damásio Educacional, aponta alguns fatores para a efetiva gestão pública qualificada: “Inserir um modelo de gestão estratégica para o setor público é bem mais difícil do que para as empresas privadas. Na administração pública depende, em primeiro lugar, que o tema esteja alinhado com o projeto de governo, que haja verbas orçadas para tal finalidade e que o gestor queira realmente que isso aconteça. Para que tudo funcione como deve ser, os princípios da eficiência, da razoabilidade, da boa gestão, da administração gerencial devem ser respeitados. Ter um pessoal capacitado, mão de obra qualificada também é importante para o desenvolvimento dos trabalhos e o alcance da boa gestão no setor público. ” Explica Patrícia.

A liderança requer preparo e não se trata apenas de identificar-se com a função. “O bom líder incentiva e desperta em seus liderados a vontade de crescer junto com o setor, capacita a sua equipe, tem espírito empreendedor, agregador e incentivador. ” Completa Patrícia sobre os pontos positivos existentes em líderes.

Para ser ou formar um líder, é importante estar aberto a aprender, para assim, o conhecimento também ser o respaldo para agir nas situações de tomada de decisões com responsabilidade e firmeza.  Os desafios serão parte do dia a dia de ambas as administrações, mas é imprescindível que o líder saiba trabalhar em equipe, seja motivado – além possuir outras características essenciais – para que obtenha bons resultados e construa o sucesso ao vencer desafios estabelecidos.

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Clima organizacional

O clima organizacional é a percepção que os colaboradores têm sobre a empresa com assuntos que diz respeito ao ambiente de trabalho e outros aspectos envolvidos que permeiam o tema abordado no PEX dessa semana.

Para levantar os pontos positivos, negativos e suas causas, geralmente os profissionais de RH das empresas elaboram uma pesquisa para atingir a “raiz” das motivações e proporem como solução a qualidade de vida, satisfação profissional, recebendo em troca ainda mais produtividade e dedicação do colaborador ao exercer suas atividades. Normalmente o complemento as pesquisas são as estratégias e ações desenvolvidas, que proporcionam uma imagem para seu público interno e externo, resultando na construção da reputação institucional da organização.

Nessa perspectiva, a valorização do colaborador e seu trabalho é uma troca de extrema importância, pois, através disso as empresas conseguem entender o nível de satisfação com a elaboração das pesquisas, como também compreender pontos a melhorar e apresentar soluções cada vez mais inteligíveis. Essa visão humana e empresarial é unânime nas corporações que entendem as relações humanas como investimentos.

Segundo a Psicóloga e Coach de Carreira, Leila Bonifácio, alguns fatores são relevantes no clima organizacional para conceber um ambiente mais colaborativo: “As empresas devem investir frequentemente em pesquisas de clima organizacional e em ajustes em sua cultura, buscando melhorias e correção de falhas que possam estar desmotivando os colaboradores e prejudicando no desempenho e nos resultados. Cada organização tem a sua própria cultura, seu modo de funcionamento, sistema de crenças, valores e modo de se relacionar com os funcionários. Um lugar em que o empregado se sente adaptado à cultura da empresa, será um lugar de muita prosperidade profissional” Enfatiza Leila.

Você gostou? Comece agora a fazer a diferença no ambiente do seu trabalho.

 

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